EB1 de MAÇAINHAS– Guarda – Portugal
Agrupamento de Escolas Carolina Beatriz Ângelo
O NOSSO BLOGUE VAI ENCERRAR, NO DIA 15 DE JULHO. FOI UM BELO PERCURSO QUE FIZEMOS JUNTOS, AO LONGO DE QUASE 4 ANOS!!!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

É tão bom ter manos ou manas!

Este trabalho foi feito pela Gabriela (4º Ano) e pela mana, a Maria, que anda no Jardim de Infância.  A Gabriela também costuma ler histórias ao outro irmão, o Salvador.

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Na nossa escola há bastantes alunos que têm irmãos. E são muito amigos. São uns sortudos, podem crer!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Lenda da Senhora do Barroquinho…

ou dos Aflitos

  IMG Conta-se que, em tempos muitos antigos, um pastor que guardava um rebanho, quando regressava a casa, foi atacado por uma alcateia.

   Assustado, ele correu tanto que, quando já estava quase a ser mordido pelos lobos, escondeu-se atrás de um barroco. Aflito, pediu a Nossa Senhora:

   -Senhora, faz com que os lobos não me matem, e eu construir-te-ei uma capela em teu louvor.

   Como que por milagre, os lobos fugiram.

   Nesse mesmo local, o pastor construiu uma capela à qual deu o nome de "Nossa Senhora do Barroquinho"… mas muita gente chama-lhe "Nossa Senhora dos Aflitos."                                                                                              (Ana Carolina – 4º Ano)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O Desejado

D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer Quibir e não deixou descendentes.

Não foi só ele que morreu, foi também a nossa independência.

Sucedeu-lhe o Cardeal D. Henrique, que morreu dois anos depois. Ainda foi nomeado D. António Prior do Crato, mas o rei de Espanha invadiu Portugal e, vencendo os portugueses, tornou-se rei de Portugal, com o nome de Filipe I.

Durante 60 anos fomos governados por reis espanhóis: Filipe I, Filipe II e Filipe III.

Até que, na manhã de 1 de Dezembro de 1640…

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Pequenos poetas, grandes artistas

Os alunos do 3º Ano escreveram estas quadras e fizeram os desenhos relativos ao S. Martinho na nossa escola.

Bruno Neves Érica
Diogo Sá João
Colectiva

sábado, 13 de novembro de 2010

A história da Maria Castanha…

contada pelas alunas do 4º Ano

Foi a 1ª vez que realizámos este tipo de trabalho: gravação de uma história em áudio digital. Tivemos que fazer várias gravações e, portanto, lemos várias vezes o texto procurando aperfeiçoar cada vez mais a leitura.

Sabemos que o resultado final ainda não é muito bom mas, com a nossa persistência e mais trabalho, havemos de melhorar.

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Uma, duas, três castanhas…

Já estamos mais afinaditos. Os gestos é que não estão muito bem, pois não?

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

S. Martinho

E a tradição manteve-se.

Fizemos várias actividades, em conjunto com o Jardim de Infância.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A Lenda dos Três Milagres

A Joana Inês recolheu esta lenda, que está ligada à terra dos seus avós.

Lenda dos três milagres

A minha avó Berta, que já faleceu, morava numa aldeia que se chama Açores, no Joanaconcelho de Celorico da Beira, que tem como Padroeira Nossa Senhora do Açor.

A minha mãe contou-me, que lhe contara a minha avó, que um rei espanhol, desesperado por não ter filhos, pediu ajuda à Nossa Senhora dos Milagres, do sítio de Aldeia Rica, conhecida por ter salvo um pastor e uma vaca de morrerem afogados.

O rei teve um filho que ficou inválido. Depois de irem a vários médicos, em vão, a rainha pediu outro milagre à Virgem e partiu, juntamente com o rei e o príncipe, para o sítio da Aldeia Rica. No caminho, já perto, o príncipe morreu. O rei culpou a rainha e decidiu enterrar ali o filho. A rainha não deixou e, com fé, colocou ali o corpo aos pés da Virgem e ficou ali a rezar.

O rei, que não acreditava em milagres, foi caçar e quando lhe disseram que um dos caçadores tinha soltado um dos açores reais, condenou-o à morte, ordenando que começassem por lhe cortar a mão que tinha soltado a açor.

Quando lhe iam cortar a mão, o açor veio pousar nela. O caçador gritou que era milagre e, ao mesmo tempo, chegou a rainha com o filho vivo gritando também:  “MILAGRE”.

O rei libertou o caçador e todos os açores do reino e resolveu construir a igreja de Santa Maria dos Açores, onde podemos ver três lindos painéis que representam:

“ O aparecimento da Virgem ao rústico da vaca”

“O Açor pousado na mão do caçador”

“O filho do rei, ressuscitado”

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Para mil, eu

Lenda da Nª Srª do Mileu, recontada pela Gabriela.

mileu Era uma vez dois ladrões.

Eles foram assaltar a Capela do Mileu, que nesse tempo ainda não tinha nome.

Roubaram tudo o que lhes interessava e prepararam-se para ir embora.

Mas um deles, antes de sair, disse em tom vitorioso:

- Agora, nem que viessem cem homens, para nos apanhar.

Então, ouviu-se a voz de Nossa Senhora que disse:

- Para mil, eu.

Os ladrões, muito assustados, tentaram fugir mas ficaram agarrados ao puxador da porta.

Desde então, a capela passou a chamar-se de Nossa Senhora do Mileu.

sábado, 6 de novembro de 2010

O primeiro rei de Portugal

… foi D. Afonso Henriques. Era filho do conde D. Henrique, cavaleiro francês que veio ajudar o rei de Leão e Castela (Afonso VI) a combater os mouros e de Teresa, filha do mesmo rei.

Portugal tornou-se independente em 1 143.

D. Afonso Henriques conquistou muitas terras aos mouros e, por isso, tem o cognome de “O Conquistador”.

Ah! E sabem quem lhe sucedeu?

Exactamente! D. Sancho I … aquele que tem a estátua junto à Sé da Guarda.

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Podes aprender mais sobre o nosso 1º rei, clicando nesta imagem.

Depois, escolhe o 1º livro da estante.

Também deves fazer os exercícios…

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Quem conta um conto…

… aumenta um ponto.

Durante este mês de Novembro, desafiamos os nossos alunos e familiares a contarem-nos uma lenda relacionada, de preferência, com a sua terra.

As lendas combinam factos (acontecimentos) reais e históricos com factos irreais que são simplesmente produto da imaginação humana.

Pelo facto de, muitas vezes, serem repassadas oralmente de geração em geração, sofrem alterações à medida que são recontadas.

Todas as terras têm lendas quase sempre relacionadas com acontecimentos misteriosos e sem explicação.

 

“Bora lá” a pedir aos avós e aos familiares mais antigos que contem uma lenda… Eles sabem algumas, com certeza.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Romanização

Conhecer a História é muito importante: só assim podemos compreender a evolução de um povo.

Os romanos estiveram na Península Ibérica durante cerca de 700 anos. Por isso, parte daquilo que somos hoje é devida à sua permanência nesta região.

E os vencedores são…

Terminou o Jogo dos Provérbios!

Os pais ajudaram um bocadito. É natural, é a sua obrigação. Mas isso não retira valor aos vencedores e, podem crer, ganharam eles e todos os que participaram.

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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Aprender, fazendo

Hoje, foram as alunas do 4º Ano que deram a aula de Estudo do Meio.

Andamos a estudar os primeiros povos que habitaram a Península Ibérica. Elas realizaram trabalho de pesquisa, seleccionaram o que acharam mais interessante e fizeram uma apresentação em powerpoint.

Realizaram um óptimo trabalho e, assim, através da acção, aprenderam muito mais e melhor.

Todos nós temos muito orgulho nas alunas do 4º Ano.

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

1 de Novembro de 1755

O Terramoto de 1755

  • A maior catástrofe natural que alguma vez aconteceu em Portugal foi o terramoto de Lisboa de 1755.
  • Neste terramoto, morreram cerca de 60 mil pessoas. Destas, cerca de 20 mil morreram em Lisboa (na época, viviam 250 mil pessoas nesta cidade!).
  • Apesar de o terramoto ter sido em Lisboa, o tremor de terra foi tão forte que provocou estragos em todo o país e sentiu-se até ao Sul de França e ao Norte de África!
  • Tudo aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755. Como era Dia de Todos os Santos, as pessoas tinham acordado muito cedo para irem à missa.
  • Como era dia de guarda (como se chamava dantes aos feriados religiosos), havia muitas velas acesas nas casas e nos altares das igrejas. Além disso, o dia estava muito frio, o que fez com que as pessoas tivessem deixado as lareiras acesas em casa.
  • Mas, ninguém podia imaginar o que iria acontecer...
    Eram cerca das 9h45 da manhã, quando se sentiu um abalo de terra muito violento.
    Em toda a cidade de Lisboa começaram a ruir casas e prédios e a cair pedras para a rua. Muitas pessoas ficaram soterradas nas igrejas onde estavam a assistir à missa.
  • O cais da cidade afundou-se completamente e a água do rio Tejo começou a avançar para a cidade.
  • Além do terramoto em terra, sentia-se o maremoto no mar e no rio. Os barcos que estavam no rio começaram a rodopiar e a afundar-se a pique.
  • Abriram-se falhas na terra, em zonas como Alcântara, Sacavém, S. Martinho, Azeitão e Setúbal. Dessas falhas, surgiu água, vento e vapores.
  • Passado algum tempo, houve um segundo abalo muito violento.
    A cidade incendiou-se. As velas e as lareiras que tinham sido deixadas acesas ajudaram a chamas a crescer ainda mais.
  • As pessoas que sobreviveram rezavam nas ruas, cobertas de pó.
  • Durante horas, os abalos não pararam, embora já fossem mais fracos do que os primeiros.
    Em Lisboa, a baixa estava praticamente destruída. Caíram casas, igrejas e edifícios públicos.
  • Milhares de pessoas desceram até ao Terreiro do Paço para tentarem fugir dos incêndios e da queda de paredes e pedras.
  • Levaram todos os pertences que puderam e tentaram apanhar um dos barcos que estavam a recolher pessoas. Mas as ondas do rio estavam tão altas que acabaram por arrastar os barcos e muitas pessoas se afogaram.
  • Durante três dias, os abalos e os incêndios não pararam! O terramoto destruiu a baixa de Lisboa e fez ruir casas e monumentos por todo o país.
  • Depois de passado o horror, o rei ordenou ao Marquês de Pombal que reconstruísse a baixa da cidade.
  • Foi nesta época que se construiu a Praça do Rossio, o Arco da Rua Augusta e as ruas paralelas e perpendiculares da baixa onde agora é zona de compras.
  • A maior parte dos monumentos que ficaram destruídos, foram depois restaurados.
  • No entanto, houve alguns monumentos, como o Convento do Carmo, em Lisboa, em que não se fizeram obras, para simbolizar este acontecimento tão trágico.

(in, Júnior, T.E.)

sábado, 30 de outubro de 2010

HAPPY HALLOWEEN

UUUUIIII. . . QUE MEDO!

Não cliques na imagem, se não…

BUUUUUUU…

 

Jogo dos provérbios - 4

Lê as frases e tenta descobrir o provérbio a que cada uma se refere.

1- "Quem dá passos sob gotas de atmosfera, embebe-se."

2 - "Mais compensa uma pequena ave na extremidade do braço do que um mais um a deslocar-se no ar."

3 - "Paixão com paixão se renumera.

4 - "Agarra-se com mais rapidez um falso do que um manco."

5 - "Quem vê rostos não vê órgãos musculares, agentes principais da circulação."

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Desafio de Ortografia

Neste mês (OUTUBRO), quase todos se empenharam para escrever sem erros.

Quando há trabalho, os bons resultados acabam por surgir. E foi assim que, desta vez, batemos o nosso record e conseguimos Cinco alunos com zero erros.

PARABÉNS

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Avós FANTÁSTICOS! São os nossos.

Hoje, dia 27 de Outubro, alguns dos avós vieram à nossa escola. Vieram contar-nos alguns momentos e como funcionava escola.

Sentaram-se todos em cadeiras à nossa frente. Contaram alguns jogos que faziam: jogavam ao berlinde com bugalhos, porque eram tão redondinhas que mais pareciam berlindes, faziam danças de roda…

Também pregavam partidas: um dia, os rapazes foram lá para fora e as raparigas ficaram dentro da sala. Eles apanharam um lagarto e deitaram-no para dentro da sala. As raparigas, ao verem o lagarto, começaram a fugir para aqui… para acolá! Foi mesmo divertido!!

Também nos disseram que antigamente não havia colchão nem lençol. A cama era feita com palha e o lençol era um cobertor feito em algodão.

E, na escola, quando não sabiam alguma coisa? Era cada reguada!!!

Só de pensar já me dói a mão!

Pelo que disseram “a menina dos cinco olhos” era mesmo má.

Gostei muito da vinda dos avó à nossa escola.

Joana Inês, 4º ano

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Gostei muito da vinda dos avós à escola.

Foi muito interessante porque as brincadeiras e a maneira de viver eram muito diferentes das de hoje.

Para dormir era em colchões de palha e as casas, nesse tempo, não eram tão grandes como as de agora.

Os avós, antigamente, não tinham brinquedos e tinham que, eles próprios, os fazer.

Na escola, as professoras eram muito más e batiam-lhes com uma régua de madeira.

Como andamos a estudar o passado, foi uma boa ideia.

Sofia, 4º Ano

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Hoje, vieram à nossa escola os avos e falaram-nos dos seus passados.

A parte mais divertida foi quando os avós nos fizeram perguntas, também.

Gostei, ainda, quando os avós tentaram lançar um pião, mas ninguém conseguiu.

Ah, e a parte melhor foi que fiquei a saber mais e fez-nos bem falar com eles porque nós andamos a estudar o passado do meio local.

Ana Carolina, 4º ano

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Hoje, de manhã, os avós vieram à escola para nos explicar como ela era no seu tempo.

Antigamente, na escola, os professores em vez de lhes ralharem davam reguadas nas mãos. E, às vezes, mandavam-os para casa.

Nesse tempo, não tinham brinquedos como nós. Eles tinham de os fazer.

Os seus jogos eram divertidos: eles jogavam às pedrinhas, aos berlindes, às apanhadas e à “ Goa é nossa”.

Depois de eles nos contarem os seus jogos, a minha avó tentou lançar um pião de madeira mas não conseguiu. Tentou um senhor e conseguiu… mais ou menos.

Passado um bocado, avós e alguns alunos fomos tomar chá e comer alguma coisa.

Quando acabaram de comer, os avós foram-se embora para casa.

Eu gostei muito desta visita porque aprendemos como era a escola no tempo dos nossos avós.

Eduarda, 4º Ano

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No Estudo do Meio, começámos a estudar o passado do meio local.

Como tínhamos de pesquisar sobre uma instituição, decidimos pesquisar sobre a escola.

E não havia nada melhor do que os avós para nos explicarem como era o passado na escola.

De manhã, os avós chegaram, sentaram-se numas cadeiras e lá começaram as perguntas.

Perguntámos como eram os jogos. Disseram-nos o jogo dos berlindes que jogavam com bugalhas (retiradas do carvalho), o jogo das pedrinhas, o queima…

Contaram-nos partidas que faziam: uma vez os rapazes apanharam um lagarto e deitaram-no para a sala das meninas e elas começaram a gritar.

E quando não faziam os trabalhos de casa, ou quando davam erros nos ditados, ou quando não sabiam a tabuada… zás! Levavam umas reguadas.

Para os avós não se cansarem de responderem foi a nossa vez de responder às perguntas deles.

Gostei muito que os avós viessem porque convivemos e ficámos a saber como era a escola antigamente.

Gabriela, 4º Ano

Avozinha do coração!

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Escrita criativa

Texto escrito pela Gabriela. EXCELENTE!

UMA VIAGEM PELO MUNDO DAS NUVENS

   Certo dia, estava a brincar com o Lord (o meu cão).

   De repente, pôs-se um grande nevoeiro. Parecia que uma nuvem tinha aterrado mesmo por cima das nossas cabeças.

   Pus a trela ao Lord e subimos umas escadas. Enquanto subíamos, ouvíamos uma voz que dizia:

   - Suífer, anda cá!

   Finalmente, as escadas já tinham acabado. Fomos a correr para ver quem estava a chamar por alguém.

   Era uma nuvem a chamar pelo seu hamster.

   Eu e o Lord nem queríamos acreditar que estávamos nas nuvens.

   - Boa tarde. Quem são vocês?

   - Olá e muito boa tarde também para si. Eu sou a Gabriela e este é o meu cão, o Lord. Você quem é?

   - Oh! Desculpem não me ter apresentado. Eu sou a Clotilde Amélia Distraída do Céu. Mas podem tratar-me por dona Distraída.

   - Olhe, eu e o meu cão queremos saber como se volta lá para baixo.

   - Mas já se querem ir embora!?

   - A minha avó vai ficar preocupada se eu me demorar.

   - Por favor, fica. É rápido…

   - Está bem.

   Subimos para as costas da nuvem e lá fomos nós.

   Ela mostrou-nos o Sushi-Bar, todas as lojas de roupas, levou-nos ao parque infantil, pagou-nos o lanche…

   - Obrigado, dona Distraída. Adorei conhecer a cidade. Mas ainda não me apresentou a sua família.

   - Desculpem. A minha casa é ali à frente.

   - A dona Distraída tinha três bebés. Eu e o Lord brincámos com eles.

   - Adorámos, dona Distraída. Mas como se volta lá para baixo?

   - Bem, têm de descer por aquele escorrega.

   - Está bem.

   Estávamos quase a terminar a descida mas o escorrega mudou de direcção e fomos parar ao deserto.

   Encontrámos um árabe que nos deu chá de menta. Para voltarmos para Maçainhas, ele emprestou-nos um camelo e, também, alguma água e comida para nos podermos alimentar durante o caminho.

   Adorei conhecer a nuvem Clotilde Amélia Distraída do Céu.

   Mas também gostei do deserto…

sábado, 23 de outubro de 2010

Escolas fantásticas

Pais, professores, governantes… e todos os que têm alguma ligação com a educação são convidados a ver este vídeo.

Talvez nos ajude, a todos, a pensar, a envolver e a contribuir para a criação de escolas fantásticas.

Jogo dos provérbios - 3

Desta vez, os provérbios estão mesmo doidinhos.

Repara bem e… dá lá uma ajuda. Vê se consegues escrevê-los certinhos.

1- Águas passadas já não lavam estradas.
2- Ladrão que rouba a ladrão é um grande aldrabão.
3- Tão ladrão é o que vai à horta que até leva a porca.
4- Quem tudo quer perde a mulher.
5- Cada um puxa a rede para a sua sombrinha.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Provérbio inglês

A mãe da Joana Inês enviou este provérbio inglês.Inglaterra[1]

" An apple a day, keeps the doctor away!"

Alguém sabe traduzir isto para português?

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Também costumas perder a cabeça?

O texto que se segue, foi retirado do livro “Da rua do contador para a rua do ouvidor”, do escritor António Torrado. Vale a pena ler!

O Senhor Distraído

"Era uma vez um senhor que era muito distraído. Estava sempre a perder coisas - as luvas, os óculos, o pente, o chapéu-de-chuva (dúzias de chapéus-de-chuva!), a carteira, a caneta e, até, uma vez, os sapatos.

Dessa vez em que chegou a casa descalço, a mulher dele fez um grande escarcéu:

- Ó homem, tu andas mesmo de cabeça perdida. Uns sapatos novos, que custaram um dinheirão! Onde é que os deixaste?

O senhor, que tinha olhos azuis, muito claros, por trás dos óculos de aros redondos, fitou a mulher e disse:

- Não sei. Costumo descalçar os sapatos debaixo da secretária, lá no escritório. Fui à casa de banho sem eles e, quando voltei, os sapatos tinham desaparecido. Alguém os levou, por brincadeira.

E o senhor ria-se, achando graça à partida que lhe tinham pregado. A mulher é que não se conformava:

- Perdes tudo! Qualquer dia até perdes a cabeça.

E não é que a perdeu mesmo?

Umas vizinhas lá de casa vieram dizer à mulher:

- O seu marido, calcule, perdeu a cabeça. Trazemo-la aqui, quer ver?

Era mesmo. Os olhos azuis... Os óculos de aros redondos... E o sorriso de sempre.

- Estamos bem aviados - disse a mulher. - Se ele, com cabeça, era tão distraído, sem cabeça não sei como vai ser...

Mas um homem sem cabeça acaba sempre por dar nas vistas. Trouxeram-no à mulher. Só havia um problema. A cabeça não encaixava.

- Este não é o meu marido. Deve ser outro, que também perdeu a cabeça.

Pois era. E havia mais. Bastantes! Quando por fim lhe apareceu o marido e a cabeça voltou ao seu lugar, a mulher não barafustou nem se ralou muito.

Encolheu os ombros. Afinal havia mais distraídos do que ela julgava..."

António Torrado, in Da rua do contador para a rua do ouvidor 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Recreios animados

Ultimamente temos andado muito entusiasmados com o jogo do “mata”.

É um jogo tradicional mas de que gostamos muito porque todos participam.

No princípio, tínhamos algumas dificuldades em passar e receber bem a bola. Mas, agora, já estamos bastante bem.

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domingo, 17 de outubro de 2010

A.E.C

As Actividades de Rnriquecimento Curricular irão ter o seu início no dia 18, com este Horário:

SEGUNDA

TERÇA

QUARTA

QUINTA

SEXTA

15H45
16H30

ESTUDO

AFD

INGLÊS

MÚSICA

TIC

16H45
17H30

ESTUDO

AFD

INGLÊS

MÚSICA

TIC

Jogo dos provérbios - 2

Preparados?

O jogo de hoje é assim:

Um menino guardou cinco provérbios dentro de um saco. Eles misturaram-se de tal maneira que agora é preciso escolher as partes de cada um e juntá-las correctamente.

Serás capaz?

NEM TUDO O QUE LUZ, ACRESCENTA UM PONTO
DIA SANTO NA LOJA, NÃO DEIXES PARA AMANHÃ
É OURO, EM CASA DE FERREIRO
O QUE PODES FAZER HOJE, PATRÃO FORA
QUEM CONTA UM CONTO, ESPETO DE PAU

sábado, 16 de outubro de 2010

Podia ser pior

Musiquinha dedicada aos meninos do Jardim de Infância

 

Poucos ensaios, música difícil, alguma distracção… enfim, não correu lá muito bem.

Mas também é preciso ver que foi a primeira vez que cantámos com acompanhamento ao vivo.

Muito obrigado ao avô da Francisca (Jardim de Infância) por ter aceitado o nosso convite, acompanhando-nos ao acordeão.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Dia Mundial da Alimentação

As alunas do 4º Ano apresentaram uma pequena peça de teatro para os outros alunos da Escola e do Jardim de Infância.

Todos ficaram a saber que rebuçados e chocolates não são muito aconselháveis. Já a maçã, sim.

Ah, e não nos devemos esquecer de, a seguir, lavar sempre os dentinhos.